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O que mais enlouquece os diretores de escola hoje no Brasil?
Essa talvez seja uma das palavras que melhor define o que mais enlouquece hoje os diretores e gestores de escolas no Brasil.
Mas existe uma coisa importante que precisa ser entendida:
o caos não é a origem do problema. O caos é consequência.
E, na maioria das vezes, consequência de decisões que deveriam ter sido tomadas na hora certa e foram sendo adiadas.
Uma decisão que ficou para amanhã.
Uma rotina que deveria ter sido revista e não foi.
Um processo que continuou sendo feito da mesma maneira porque “sempre funcionou assim”.
Uma informação que não estava disponível na hora em que a decisão precisava ser tomada.
Um problema pequeno que foi sendo empurrado até deixar de ser pequeno.
E assim o caos vai crescendo.
Protelando, protelando, protelando… até chegar um momento em que parece que tudo acontece ao mesmo tempo.
E o mais impressionante é que, muitas vezes, a própria gestão não percebe que aquele caos é consequência.
Ela simplesmente passa a conviver com ele.
O caos não aparece de uma hora para outra
Em muito tempo trabalhando com gestão, e principalmente com gestão escolar, uma coisa fica muito clara:
Grande parte do caos de uma escola não acontece porque a diretora não sabe administrar.
E também não acontece porque ela não tem capacidade para tomar decisões.
Muitas vezes, o problema é outro.
Ela não tem condição de decidir.
E isso é completamente diferente.
Como tomar uma decisão sobre uma turma se você não tem os dados daquela turma?
Como decidir sobre uma matrícula se você não sabe exatamente quanto aquela matrícula representa financeiramente para a escola?
Como avaliar descontos se você não consegue enxergar quanto foi concedido durante o ano?
Como saber se a mensalidade está adequada se você não consegue relacionar receita, custos, inadimplência, descontos e quantidade de alunos?
Como reorganizar uma Secretaria se você não consegue enxergar onde o processo está travando?
Como cobrar uma equipe se os processos não estão claros?
Como melhorar a comunicação com as famílias se cada pessoa da escola responde de uma maneira diferente?
Não é simplesmente uma questão de gestão.
É uma questão de informação, processo e condição de decisão.
A escola brasileira tem uma característica muito particular
Existe ainda um fator que precisa ser considerado.
A maior parte das escolas brasileiras não é formada por grandes redes.
As grandes redes existem, são importantes e têm estruturas enormes.
Mas elas são uma minoria.
A grande massa do mercado educacional brasileiro é formada por escolas pequenas e médias.
Escolas que muitas vezes nasceram de um sonho.
Uma professora que decidiu abrir sua própria escola.
Uma pedagoga que começou com uma pequena turma.
Uma família que construiu uma instituição ao longo dos anos.
E, principalmente, profissionais que escolheram a educação porque amam educação.
Esse detalhe é muito importante.
Porque muitas dessas diretoras e coordenadoras pedagógicas têm uma formação profundamente ligada à pedagogia, à sala de aula, ao desenvolvimento da criança, à educação.
E é justamente aí que começa uma das maiores dificuldades.
Porque administrar uma escola é muito mais do que cuidar da educação.
Existe Secretaria.
Existe financeiro.
Existe cobrança.
Existe contrato.
Existe matrícula.
Existe documentação.
Existe estoque.
Existe patrimônio.
Existe comunicação com famílias.
Existe equipe.
Existe folha de pagamento.
Existe inadimplência.
Existe fluxo de caixa.
Existe planejamento.
Existe legislação.
Existe marketing.
Existe tecnologia.
E tudo isso continua acontecendo enquanto existem crianças correndo pelo pátio.
Principalmente na Educação Infantil e nos Anos Iniciais.
É muita coisa.
É muito processo.
É muita decisão.
E tudo acontece ao mesmo tempo.
Qualquer pessoa ficaria de cabelos em pé.
E falar sobre gestão, muitas vezes, dói
Talvez essa seja uma das partes mais delicadas de todo esse problema.
Quando chegamos a uma escola para conversar sobre gestão, muitas vezes percebemos imediatamente.
A conversa sobre gestão escolar incomoda.
Não porque a diretora não queira melhorar.
Muito pelo contrário.
É porque admitir que existe um problema não é fácil.
Às vezes parece que estamos dizendo:
“Você não está conseguindo administrar sua escola.”
E não é isso.
Na grande maioria das vezes, não é falta de capacidade.
É falta de estrutura.
É falta de processo.
É falta de informação.
É falta de uma ferramenta que permita enxergar o que está acontecendo.
E, principalmente, é falta de alguém de fora que consiga olhar para a escola sem estar mergulhado no problema todos os dias.
Porque quando você está dentro do problema, você acaba se acostumando com ele.
Aquela planilha vira normal.
Aquele caderno vira normal.
Aquela conferência manual vira normal.
Aquela mensagem no WhatsApp vira normal.
Aquela cobrança que precisa ser refeita três vezes vira normal.
Aquele relatório que ninguém consegue fechar vira normal.
Até que, de repente, você percebe que está trabalhando o dia inteiro e não consegue fazer aquilo que realmente queria fazer quando abriu a escola.
Educação.
Pedir ajuda também faz parte da gestão
Existe uma coisa que nós precisamos aprender a falar com mais naturalidade:
uma boa gestora não precisa saber fazer tudo.
Aliás, ninguém sabe.
Uma boa gestora precisa saber identificar aquilo que precisa ser melhorado e buscar as condições necessárias para melhorar.
Às vezes isso significa contratar uma pessoa.
Às vezes significa mudar um processo.
Às vezes significa buscar uma consultoria.
Às vezes significa trocar uma ferramenta.
Às vezes significa simplesmente admitir:
“Isso aqui não está funcionando.”
E tudo bem.
Não existe vergonha nenhuma nisso.
Pelo contrário.
Existe maturidade.
Porque, para uma escola continuar funcionando, algumas rotinas que foram aprendidas durante anos precisam ser revistas.
Algumas precisam ser abandonadas.
Algumas precisam ser automatizadas.
E algumas precisam simplesmente deixar de depender da memória de alguém.
O problema não é perder o controle. É parar de tentar controlar tudo.
É aqui que entra a tecnologia.
Um sistema de gestão não deve tomar a escola das mãos da diretora.
Não deve decidir por ela.
Não deve substituir sua experiência.
Não deve substituir sua percepção.
Deve dar condições para que ela decida melhor.
É exatamente essa a ideia por trás do Atlas.
O Atlas não existe para dizer à gestora o que ela deve fazer.
Ele existe para colocar na mão dela as informações que ela precisa para decidir.
Quer saber como está a sua matrícula?
Olhe os dados.
Quer saber quanto a escola concedeu de desconto ao longo do ano?
Tenha essa informação.
Quer entender o impacto desses descontos no seu caixa?
Veja os números.
Quer saber se o valor da mensalidade realmente está adequado aos custos da escola?
Tenha os dados necessários para analisar.
Quer saber onde a Secretaria está acumulando processos?
Enxergue o fluxo.
Quer organizar contratos, documentos, financeiro, alunos, responsáveis e comunicação?
Estruture os processos.
É disso que estamos falando.
Não é o sistema que faz a gestão.
É a gestora.
O sistema dá a ela as condições para fazer a gestão.
Porque escola também é empresa
Essa talvez seja uma das coisas mais difíceis de falar dentro da educação.
Uma escola é uma instituição de educação.
Mas também é uma empresa.
E uma empresa precisa de dinheiro para sobreviver.
Isso não diminui a importância da educação.
Muito pelo contrário.
Uma escola financeiramente saudável consegue investir em professores, estrutura, tecnologia, materiais, formação e qualidade.
Consegue pagar suas contas.
Consegue planejar.
Consegue crescer.
Consegue atravessar períodos difíceis.
Consegue continuar existindo.
Por isso, falar de rentabilidade não significa colocar o dinheiro acima da educação.
Significa garantir que exista dinheiro suficiente para que a educação continue acontecendo.
A diretora precisa saber quanto custa manter a escola.
Precisa saber quanto cada aluno representa.
Precisa saber quanto está concedendo de desconto.
Precisa conhecer sua inadimplência.
Precisa conhecer seu fluxo de caixa.
Precisa saber se a sua mensalidade é suficiente.
Precisa saber onde está perdendo dinheiro.
Precisa saber onde pode investir.
Porque não existe educação sustentável sem uma gestão sustentável.
E talvez esse seja o verdadeiro problema
Talvez o maior problema das escolas hoje não seja o excesso de trabalho.
Nem a quantidade de crianças.
Nem a quantidade de famílias.
Nem a quantidade de processos.
Talvez o maior problema seja tentar administrar tudo isso sem conseguir enxergar a própria escola.
Quando a gestão não enxerga, ela reage.
Quando ela enxerga, ela decide.
E existe uma diferença enorme entre administrar reagindo aos problemas e administrar tomando decisões antes que eles se transformem em problemas.
É a diferença entre apagar incêndio e evitar incêndio.
Entre correr atrás da inadimplência e acompanhar os indicadores financeiros.
Entre descobrir um problema na matrícula e acompanhar a evolução das matrículas.
Entre perceber que o caixa apertou e saber antecipadamente como ele vai se comportar.
Entre passar o dia resolvendo problemas e ter tempo para pensar no futuro da escola.
Você abriu uma escola por quê?
Essa é a pergunta que eu gostaria que toda diretora respondesse.
Você abriu sua escola para passar o dia cobrando mensalidade?
Para conferir planilha?
Para procurar documento?
Para responder as mesmas perguntas várias vezes?
Para descobrir no fim do mês que alguma coisa não fechou?
Para apagar incêndios?
Provavelmente não.
Você abriu uma escola porque acredita na educação.
Porque gosta de ensinar.
Porque acredita nas crianças.
Porque acredita nas famílias.
Porque queria construir alguma coisa.
E é justamente por isso que a gestão precisa funcionar.
Não para substituir você.
Mas para devolver a você o tempo e a tranquilidade necessários para fazer aquilo que você realmente ama.
O caos não precisa ser permanente.
Ele é consequência.
E, se é consequência de decisões que não foram tomadas, de processos que não foram organizados e de informações que não chegaram na hora certa, então existe uma boa notícia:
é possível mudar.
Começando por enxergar.
Depois, organizar.
Depois, decidir.
E então acompanhar.
É esse o papel de uma boa gestão.
E é esse também o papel de uma boa ferramenta de gestão.
O Atlas está aqui para ser essa ferramenta.
Para ajudar você a enxergar a sua escola, organizar seus processos e tomar decisões com informação.
Porque no final das contas, a escola continua sendo sua.
A decisão continua sendo sua.
A gestão continua sendo sua.
Nós só queremos ajudar você a ter as informações e as ferramentas necessárias para fazê-la melhor.
E, principalmente, para que você possa voltar a fazer aquilo que fez você abrir a escola em primeiro lugar:
cuidar da educação.
Tecnologia que entende de escola.
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